ÍNDICE NACIONAL DE CUSTO DA CONSTRUÇÃO - INCC
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Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, afere a evolução dos custos de construções habitacionais. É uma estatística contínua, de periodicidade mensal para os 18 municípios das seguintes capitais de estados do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. O índice nacional é levantado pela FGV desde Janeiro de 1944.
O INCC é um dos itens que compõem o Índice Geral de Preços (IGP), representando 10% do índice, sendo calculado entre o primeiro e o último dia do mês civil.
Na tabela seguinte agrupa em destaque a variação do INCC:
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JAN |
FEV |
MAR |
ABR |
MAI |
JUN |
JUL |
AGO |
SET |
OUT |
NOV |
DEZ |
ACUMULADO DO ANO |
2004 |
0,33 |
1,00 |
1,16 |
0,59 |
1,83 |
0,70 |
1,12 |
0,81 |
0,58 |
1,19 |
0,71 |
0,51 |
11,04% |
2005 |
0,75 |
0,44 |
0,67 |
0,72 |
2,09 |
0,76 |
0,11 |
0,02 |
0,24 |
0,19 |
0,28 |
0,37 |
6,84% |
2006 |
0,34 |
0,19 |
0,20 |
0,36 |
1,32 |
0,90 |
0,47 |
0,24 |
0,11 |
0,21 |
0,23 |
0,36 |
5,03% |
2007 |
0,45 |
0,21 |
0,27 |
0,46 |
1,15 |
0,92 |
0,31 |
0,26 |
0,51 |
0,51 |
0,36 |
0,59 |
6,16% |
2008 |
0,38 |
0,40 |
0,66 |
0,87 |
2,02 |
1,92 |
1,46 |
1,18 |
0,95 |
0,77 |
0,50 |
0,17 |
11,86% |
2009 |
0,33 |
0,27 |
-0,25 |
-0,04 |
1,39 |
0,70 |
0,26 |
-0,05 |
0,15 |
0,06 |
- |
- |
2,84% |
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ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DE MERCADO - IGP-M
Calculado pela Fundação Getúlio Vargas. A coleta de preços é feita entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês corrente, com divulgação no dia 30. É composto por três índices: Índice de Preços no Atacado (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), que representam 60%, 30% e 10%, respectivamente, do IGP-M.
Na tabela seguinte agrupa em destaque o valor e variação vigente do IGP-M:
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JAN |
FEV |
MAR |
ABR |
MAI |
JUN |
JUL |
AGO |
SET |
OUT |
NOV |
DEZ |
ACUMULADO DO ANO |
2004 |
0,88 |
0,69 |
1,13 |
1,21 |
1,31 |
1,38 |
1,31 |
1,22 |
0,69 |
0,39 |
0,82 |
0,74 |
12,42% |
2005 |
0,39 |
0,30 |
0,85 |
0,86 |
- 0,22 |
- 0,44 |
- 0,34 |
- 0,65 |
- 0,53 |
0,60 |
0,40 |
- 0,01 |
1,20% |
2006 |
0,92 |
0,01 |
- 0,23 |
- 0,42 |
0,38 |
0,75 |
0,18 |
0,37 |
0,29 |
0,47 |
0,75 |
0,32 |
3,84% |
2007 |
0,50 |
0,27 |
0,34 |
0,04 |
0,04 |
0,26 |
0,28 |
0,98 |
1,29 |
1,05 |
0,69 |
1,76 |
7,74% |
2008 |
1,09 |
0,53 |
0,74 |
0,69 |
1,61 |
1,98 |
1,76 |
-0,32 |
0,11 |
0,98 |
0,38 |
-0,13 |
9,80% |
2009 |
-0,44 |
0,26 |
-0,74 |
-0,15 |
-0,07 |
-0,10 |
-0,43 |
-0,36 |
0,42 |
0,05 |
- |
- |
- 1,55% |
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CUSTO UNITÁRIO BÁSICO POR M² DE ÁREA CONSTRUÍDA |
Segundo a Lei n.º 4.591 de 16 de dezembro de 1964, os Sindicatos da Indústria da Construção Civil de cada unidade da Federação são responsáveis pelo cálculo e publicação até o 5º dia do mês subsequente, dos valores do CUB - Custo Unitário Básico por metro quadrado da construção.
Implantado no SindusCon/MA em 1996, O CUB representa um custo parcial da obra, não levando em conta o valor do terreno, de elevadores, fundações especiais, instalações prediais (água, luz e esgoto, telefonia), remuneração de engenharia, publicidade, etc, sendo calculados com base em projetos-padrão representativos (1, 4, 8 ou 12 pavimentos; 2 ou 3 quartos; acabamentos baixo, normal e alto) a partir de lotes básicos de insumos (materiais, mão de obra e equipamentos) e seus respectivos pesos, definidos pela NBR-12721/93, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC calcula o CUB Médio Brasil a partir da análise dos CUBs das diferentes Unidades da Federação.
A Caixa Econômica Federal e o INSS utilizam o CUB como referência de custo das edificações financiadas e na aferição dos valores contributivos decorrentes da incidência da mão-de-obra, respectivamente.
Os salários e os preços dos materiais e equipamentos previstos na NBR-12721/93 são coletados mensalmente pelo SindusCon/MA através da pesquisa realizada junto às empresas associadas, respeitando o uso local, os prazos de pagamento e as quantidades de cada insumo, de modo a eliminarem-se possíveis distorções de preços de distribuidores e revenededores.

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(ARQUIVO EM FORMATO "PDF" NECESSITANDO O ADOBE ACROBAT READER)
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| IVV - ÍNDICE DE VELOCIDADE DE VENDAS |
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Pesquisa de Indicadores de Velocidade de Vendas - IVV tem por objetivo gerar informações que auxiliem os empresários da construção civil de São Luís na avaliação do ritmo das vendas dos imóveis novos, residenciais e comerciais, especialmente no curto prazo.
Dentre algumas informações pesquisadas, destaca-se a identificação das ofertas e vendas por bairros, tamanho dos imóveis mais demandados e respectivos valores do m², quantidade de imóveis lançados por mês, nº. de empregados e ofertas e vendas por estágio da obra.
A interpretação correta do resultado mensal do IVV deve sempre considerar o desempenho das variáveis que o compõe, como forma de explicar oscilações que possam ocorrer nos resultados finais.
Os indicadores são produzidos, mensalmente pela Unidade de Pesquisas Técnicas do IEL - MA da FIEMA, em parceria com o SINDUSCON/MA.
Para efetuar o download do Relatório do IVV clique sobre a opção seguinte: |
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RELATÓRIO
DO ÍNDICE DE VELOCIDADE DE VENDAS VIGENTE
(ARQUIVO EM FORMATO "PDF" NECESSITANDO O ADOBE ACROBAT READER) |
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