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81º ENIC

 
 
RESUMO DA ABERTURA DO ENIC NO RIO‏

 

Um compromisso com o Brasil

 

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, ontem à noite, da solenidade de abertura do 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), no Hotel Windsor, na Barra. Cerca de 1.200 profissionais da cadeia produtiva da Construção Civil estiveram presentes. Além de Lula, participaram o Ministro das Cidades, Marcio Fortes; do Turismo, Luiz Eduardo Barretto; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, além do Governador Sérgio Cabral, do Prefeito Eduardo Paes, entre outras autoridades. Anfitriões do evento, o Presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, e do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, representaram o setor.

 

Construção Civil: protagonista do desenvolvimento econômico e social do país

 

O Presidente Lula se mostrou muito otimista em relação ao setor, que ele garante estar passando por uma mudança de paradigma. E disse ter assumido o desafio de construir um milhão de casas até 2010, com o apoio da Caixa. "O tempo de acanhamento econômico acabou", afirmou. Lula aproveitou, ainda, para lançar um desafio aos empresários do setor. "O Brasil chegou a um patamar em que não pode mais retroceder. Não falta dinheiro. Faltam projetos", acredita.

 

O Prefeito Eduardo Paes aproveitou para fazer uma "propaganda do Rio de Janeiro". Ele disse não ter dúvidas de que não existe lugar melhor para se investir do que aqui. Já o Ministro das Cidades, Marcio Fortes, foi categórico: “os senhores constroem esse país. Parabéns. O Presidente Lula vai correr atrás de mais recursos para o programa Minha casa, Minha vida".

 

Para o Presidente do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, “a presença de Lula no 81º Enic reforça o fim da estagnação do setor e confirma o grande apoio do atual Governo à Indústria da Construção”.

 

O Presidente da CBIC, Paulo Simão, aproveitou a presença do Presidente para listar os anseios do setor e elogiou o programa habitacional do Governo: “Com o Minha Casa, Minha Vida estamos saldando a dívida do país com a população mais pobre. O Brasil vive um momento muito especial. Caminhamos a passos largos para nos transformarmos em uma grande nação. Quero reafirmar nossa confiança e otimismo em relação ao futuro”, finalizou.

 

“A Indústria da Construção Civil ocupa um espaço essencial na agenda do desenvolvimento brasileiro. Quero desafiar todos vocês: vamos provar que este País está preparado para muito mais” (Presidente Lula)

 

 

O Hino Nacional, na voz de trabalhadores do setor

 

Trinta trabalhadores participantes do programa “Alfabetizar é Construir”, que alfabetiza e qualifica profissionais nos canteiros de obras, cantaram o Hino Nacional ontem à noite, na cerimônia de abertura do 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), sob regência do maestro Eduardo Feijó. O Presidente Lula, Ministros, Governadores, o Prefeito e mais de 1.200 profissionais de toda a cadeia produtiva da Construção Civil se emocionaram com a apresentação. Todo ano, centenas de operários aprendem a ler, escrever e a fazer operações básicas de matemática, tornando-se cidadãos mais qualificados e produtivos. Com metodologia baseada nos conceitos do educador Paulo Freire, o programa tornou-se referência na alfabetização de adultos e recebeu do MEC o Prêmio “Educação para a Qualidade do Trabalho”, em 1997.

LULA DESAFIA EMPRESAS A FAZER 1 MILHÃO DE CASAS
 
São Paulo, SP - quarta-feira, 02 de setembro de 2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a Caixa Econômica Federal emprestou à construção civil R$ 23,2 bilhões entre janeiro e agosto, mais que em todo o ano de 2008, o que considerou "excepcional". Na abertura do 81.º Encontro Nacional da Indústria de Construção Civil, na noite de ontem, no Rio de Janeiro, Lula desafiou empresários do setor a construir 1 milhão de habitações, meta, sem prazo, do programa federal "Minha Casa, Minha Vida".

"Quero cadastrar 1 milhão de casas até 2010, mas não quero saber quantas vamos cadastrar, quero saber quantas vamos construir", disse ele, pedindo as habitações "para ontem". Segundo o presidente, não falta dinheiro, mas às vezes falta projeto. Os empresários, inicialmente, propuseram construir 200 mil habitações no programa, contou.

De acordo com Lula, em seu governo, o patamar da construção civil mudou e o setor ainda terá no futuro as obras ligadas à Copa do Mundo de 2014. Também disse que anunciará um novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em janeiro de 2010 e em 2015 o Brasil precisará de outro PAC.

Lula também disse, no discurso, que "este País tem de fazer mais". Para ele, "este País pode se tornar uma das economias mais importantes do mundo, mas isso não depende só do presidente, depende de todos os brasileiros".

Fonte: O Estado de SP

EM EVENTO, LULA COBRA CONSTRUÇÃO DE CASAS 'PARA ONTEM'

Quarta-feira, 02 de setembro de 2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que, de janeiro a agosto, a Caixa Econômica Federal emprestou à construção civil R$ 23,2 bilhões, mais do que em todo o ano de 2008, o que considerou "excepcional". Na abertura do 81º Encontro Nacional da Indústria de Construção Civil, na noite de ontem no Rio de Janeiro, Lula desafiou os empresários do setor a construir um milhão de habitações, meta, sem prazo, do programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida".

"Quero cadastrar um milhão de casas até 2010, mas não quero saber quantas vamos cadastrar, quero saber quantas vamos construir", disse ele, pedindo as habitações prontas "para ontem". Segundo o presidente, não falta dinheiro, mas às vezes falta projeto. Os empresários, inicialmente, propuseram construir 200 mil habitações no programa, contou.

De acordo com Lula, em seu governo o patamar da construção civil mudou e o setor ainda terá no futuro as obras ligadas à Copa do Mundo de 2014. Também disse que anunciará um novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em janeiro de 2010 e que em 2015 o Brasil precisará de outro PAC.

 

Fonte: Portal AE Investimentos

PAREDES DE CONCRETO ARMADO AGILIZAM CONSTRUÇAO DE MORADIAS DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA

O projeto foi apresentado durante reunião da COMAT, no ENIC

A intenção do Governo Federal de construir 1 milhão de moradias novas no país provocou uma corrida por alternativas de construção que agilizasse a conclusão do projeto, e que fossem viáveis economicamente. Uma das propostas já em execução é o que contempla a fabricação de casas e apartamentos em concreto armado. O processo que substitui o modelo de alvenaria com uso de argamassa foi apresentado na tarde desta quarta-feira, durante a reunião da Comissão de Materiais e Tecnologia (COMAT), da CBIC, que ocorre em função da realização do 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), no Rio de Janeiro.

Segundo o diretor de engenharia e construção da Construtora Bairro Novo, Marcelo Moacyr, com esse processo construtivo, que já é adotado em outros paises do mundo há mais de 10 anos, é possível construir um prédio de 16 apartamentos (quatro por andar) em apenas oito dias. “O que tem de novidade no modelo é que pela primeira vez, estamos usando formas de alumínio em um nível de industrialização muito maior do que se utilizava no passado”, comenta.

Marcelo Moacyr que foi o responsável pela apresentação do projeto na reunião disse que é possível construir todas as dependências do imóvel de uma única vez, ficando apenas as partes de acabamento para conclusão da obra. O empresário disse que além da sua empresa, outras construtoras já utilizam essa tecnologia construtiva, dentre elas a Tenda, a Rodobens e a Ecoesfera. “ É como se fosse um grande bolo feito de formas de alumínio e recheado de telas eletro-soldadas, que recebem as tubulações e caixas elétricas, exigindo o mínimo de acabamento”, afirma.

Embora aponte o modelo construtivo como uma opção para agilizar a execução do programa Minha Casa, Minha Vida, o engenheiro faz uma ressalva quanto a sua viabilidade financeira. “O investimento em equipamento é muito alto, por isso é necessária que haja um volume de produção elevado para viabilizá-lo. Por outro lado, a durabilidade das moradias é muito maior, já que o concreto que usamos é totalmente industrializado”.  

Marcelo diz que a tecnologia produtiva apresentada na reunião poderia se tornar mais comum no Brasil, desde que haja uma parceria público-privada  para a sua implementação.

Além do modelo de construção de casas apresentado na reunião da COMAT desta quarta-feira no ENIC, outros temas ganharam destaque, como a necessidade de profissionalização urgente do setor e a criação de um código de obras padronizado no Brasil.

 

Por Ciro Nolasco

ASCOM/SINDUSCON-MA

 

 

 
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